quinta-feira, 17 de agosto de 2017

TAG: Signos Literários

    Oi chuchus!
Como eu sou uma pessoa muito paga pau, rs, eu vi essa TAG lá no Balaio de Babados, aquele espaço mara da Lu que eu amo de paixão e resolvi responder aqui também. Pra quem não conhece o Balaio de Babados está perdendo, viu? Conteúdo, simpatia e muitos Minions pra deixar o blog mais e mais fofo! Te adoro, Lu!

    Agora chega de puxar saco, rs. Bora lá?

Imagem da internet


Eu sou uma negação em signos, não entendo nada e nem me preocupo com isso, mas, achei da hora a iniciativa da Lu em criar a própria TAG. O esquema é colocar livros nas características em personagens de livros.

Áries - Um personagem esquentadinho

Clarisse La Rue da saga Percy Jackson & Os Olimpianos. Clarisse na maior parte do tempo é insuportável, mas, eu gosto dela, rs.

Touro - Um personagem comilão

Ronny Weasley, sem duvidas!

Gêmeos: Um personagem bipolar (que muda rápido de opinião)

Priscila, de Olhos da Deusa. Ela cisma que gosta de um, mas, quando convém, vai proa outro rapidinho!

Câncer: Um personagem sofredor

Dawnson Cole, O Melhor de Mim. Gente, aquele homem sofre demais, titio Sparks acabou comigo naquele livro.

Leão: Um personagem convencido

Max, de Sobreviventes do Caos. Ele é lindo, sabe que é, mas, é um cara muito leal. Amo o Max!

Virgem: Um personagem metódico

O pai de John, do livro Querido John. Pelo fato de ter um determinado problema, ele é extremamente metódico e correto.

Libra: Um personagem indeciso

Vanessa Sands, da trilogia Sereia. Dá pra ter raiva dela em grande parte da trama.

Imagem da internet


Escorpião: Um personagem vingativo

Gale Hawthorne, dos Jogos. Eu odeio ele, todo mundo sabe disso, mas, entendo que ele era importante para o andamento da trama.

Sagitário: Um personagem sarcástico

Alex Fierro, a pessoa de gênero fluido de Magnus Chase e os Deuses de Asgard.

Capricórnio: Um personagem frio

O príncipe de A Fera em Mim. Muito frio, preocupado apenas com ele mesmo e com seu status.

Aquário: Um personagem diferentão

No conto Trenzalore de Jim Anotsu nós conhecemos Valentina, uma garota Whovian que não se importava em usar cachecol como Tom Baker, sobretudo como David Tennant ou gravata borboleta como Matt Smith na escola e mesmo com sol quente. Amei Valentina!

Peixes: Um personagem distraído

Be, de Sob o Olhar Grego. Ela nem reparou que tinha ficado sem maiô, hahahah.


Imagem MLC

   E era isso, pessoas!

Beijooooo

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Resenha #60 - A Fera em Mim - Serena Valentino (Clube do Livro 2017/ Julho)


      Olá, olá, olá! Tudo bem, gentemmm???

Voltei hoje com a resenha do Clube do Livro de julho, onde o desafio era ler um livro que te lembre férias. E não sei vocês, mas, férias pra mim tem cara de conto de fadas. E nessas férias enquanto eu estava no ônibus indo visitar uma amiga e passar uns dias com ela, levei na bolsa A Fera em Mim e comecei num dia e terminei no outro. Agora chega de bolodórios, bora pra resenha?

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     SINOPSE: Um príncipe se isola em seu castelo. Poucos o viram, mas aqueles que conseguiram tal proeza afirmam que seus pelos são exagerados e suas garras são afiadas como as de uma fera!  No entanto, o que levou esse príncipe, que já foi encantador e amado por seu povo, a se tornar um monstro tão retraído e amargo? Será que ele conseguirá encontrar o amor verdadeiro e pôr um fim à maldição que lhe foi lançada? Em A Fera em Mim, conheça a história por trás de um dos mais cativantes e populares contos Disney de todos os tempos - A Bela e a Fera!

    Pessoas, estou super encantada com a narrativa de Valentino, ela escreve de uma forma tão fluida que parece que estamos lendo uma historinha contada na cartilha, rs. Não que seja infantil, de jeito nenhum, ao contrário, tem um tom mais sombrio - o que achei incrível, pois para mim, a Bela e a Fera já é um conto sombrio.

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     Nesse livro temos a história contada pelo ponto de vista do príncipe. A autora fez uma seleção dos melhores momentos do conto de fada mais um pouco da criatividade dela e criou uma história que apesar de sombria e bem leve e com pitadas de humor. Vemos a transformação de um belo príncipe em uma fera horrenda. E é bem legal ver como a autora criou um universo inverso. Começamos a leitura com dois bons amigos: o príncipe e seu melhor amigo: Gaston. Sim, temos Gaston como o melhor amigo do príncipe, o cara que está ali pra tudo, que aconselha e que faz piadas. E tudo começa quando o príncipe coloca na frente dos sentimentos a posição social de sua noiva. Ele é aparentemente apaixonado por ela, mas, Gaston lhe revela que ela é camponesa, filha de fazendeiros. O rapaz não acredita de imediato, mas, seu melhor amigo o leva até a fazenda da moça e quando  a vê com os pés sujos de lama, imediatamente a humilha.

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    A moça tenta conversar com ele, falar que ela ainda é a mesma pessoa que ele conheceu, mas, ele não lhe dá ouvidos. As irmãs da moça então vão até ele e lhe dizem que elas descendem de nobres e isso é o suficiente para que o príncipe mude de ideia  de novo e diz que se a moça é nobre eles podem  sim, manter o noivado, mas, ela está machucada e se sentindo humilhada, então, ela lhe lança uma maldição. Ou seja, na verdade ela e suas irmãs eram feiticeiras. Apesar de ser feiticeira, a ex noiva dele tinha um coração imenso e amoroso, mas, as irmãs dela era muito cruéis e manipuladoras,  e obviamente, fizeram o príncipe de gato e sapato. 

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    Ele ainda levou uma vida normal nos próximos meses, mas, as pessoas notavam seu envelhecimento e suas feições endurecidas ficando cada vez mais aparentes. Então, lembrando-se da maldição, sabia que precisava encontrar um amor verdadeiro para quebrar a mesma. Sendo assim, seguindo a sugestão de Gaston (que nada sabia a respeito da maldição), ele faz uma festa e convida - ou melhor, convoca - todas as moças do reino para que ele escolha uma para ser sua futura esposa. Nessa festa ele tem um vislumbre de Bela, mas, não consegue enxergar seu rosto, ela sempre aparece de costas para ele. O príncipe então, pergunta ao melhor amigo sobre a moça, mas, como o grandão tem interesse na mesma, além de não dizer o nome dela ele ainda lhe diz que a moça lê muito e questiona as coisas, então, é melhor que ele escolha uma dama adequada, que não lê e não pensa por si mesma. É mole?

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     Gente, é um livro curtinho, dá pra ler rapidinho, e é muito, mas, muito fófis mesmo, eu adorei, de verdade. Super recomendo e quero ler os outros da autora. E agora estou quite com a galera do Clube do Livro, no final do mês terei apenas uma e não três para postar, hahah.


A Fera em Mim: A História do Príncipe da Bela (The Beast Within: A Tale of Beauty's Prince) Serena Valentino. Editora Universo dos Livros, 192 páginas. Muuuuuitoooo fofo!

Beijooooo





terça-feira, 15 de agosto de 2017

Resenha #59 - Magnus Chase e os Deuses de Asgard - O Martelo de Thor - Rick Riordan (Clube do Livro 2017 /Junho)

     Hola personas, como vão?
Primeiramente, feliz dia dos pais atrasado, rs. Segundamente (oi?!?), hoje e amanhã teremos resenhas atrasadas do Clube do Livro. Sacomé, né? Em junho ainda não tinha terminado a leitura e em julho simplesmente não consegui postar, então, antes que se acumule mais uma (detalhe que ninguém lembra que não postei a de abril, mas, essa parte pula, rs), bora começar com a de junho.


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SINOPSE: Magnus Chase está de volta Sua missão agora é ajudar o poderoso deus Thor a recuperar seu martelo e impedir uma invasão de gigantes. Em A Espada do Verão, primeiro livro da série, os leitores são apresentados a Magnus Chase, um herói boa pinta que é a cara do astro do rock Kurt Cobain. Morador de rua, sua vida muda completamente quando é morto por um gigante do fogo. Por sorte, na mitologia nórdica os heróis mortos vão parar em Valhala, o paraíso pós-vida dos guerreiros vikings. Lá, Magnus descobre que é filho de Frey, o deus do verão, da fertilidade e da medicina. Desde então, seis semanas se passaram, e nesse meio tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Magnus não é tão popular quanto os filhos dos deuses da guerra como Thor ou Tyr, mas fez bons amigos e está treinando para o dia do Juízo Final (Ragnarok) com os soldados de Odin - tudo segue na mais completa paz sanguinolenta no mundo viking. Mas Magnus deveria imaginar que não seria assim por muito tempo. O martelo de Thor ainda está desaparecido. E os inimigos do deus do trovão farão de tudo para aproveitar esse momento de fraqueza e invadir o mundo humano.


     Basicamente não vemos muita diferença desse livro para o outro. Magnus ainda está tentando se adaptar a sua nova vida em Valhala, mal se recuperou da aventura com o lobo Fenrir e agora precisa resgatar o martelo do deus do trovão Thor, que lá no primeiro livro descobrimos que foi roubado e Thor está muito bravo pelo fato de não conseguir assistir seus canais de TV a cabo. Como arma Thor está usando um cajado que além de não possuir a força de Mjölnir não é legal para assistir as séries e não possui todos os canais necessários. Enfim, mais uma vez Magnus, Blitzen, Hearthstone e Samirah al-Abbas são recrutados para mais uma missão, mas, antes algumas coisas acontecem: a valquíria Sam que agora é exclusiva de Odin, resgata um guerreiro e o leva para Valhala, e o tal guerreiro é nada mais, nada menos que Alex Fierro, um dos filhos de Loki. O diferente é que Alex - assim como Sam - tem a façanha de mudar de forma e - diferente de Sam - mudar de sexo também! Alex é um gênero fluido, dependendo do dia, pode acordar o Alex ou a Alex. Ela se identifica melhor com o gênero feminino e usa cores vibrantes como verde e rosa em suas roupas e tênis. 

"Essa coisa do gênero não foi o que me surpreendeu. Uma porcentagem enorme dos adolescentes sem-teto que eu conheci teve um gênero atribuído ao nascer, mas se identificava com outro, ou sentia que o binário garoto/garota não se aplicava a eles. Eles iam parar na rua porque, pasmem, suas famílias não os aceitavam. Nada mais amoroso do que jogar seu filho não heterossexual na sarjeta para que ele experimente abuso, drogas, altas taxas de suicídio e perigo físico constante. Valeu, mãe e pai!"

     Logo no primeiro dia de Alex em Valhala eles enfrentam um dragão muito louco no treino e Magnus precisa morrer - de novo - para sobreviver, pois de alguma maneira, Loki tomou conta de sua mente e a vinculou com a de tio Randolph de forma que ao machucar um automaticamente machucaria o outro. Magnus estava em Valhala fazia apenas seis semanas, já tinha melhorado muito suas habilidades após a batalha contra Fenrir, mas, ainda era um aprendiz e agora mais uma vez usaria seus conhecimentos em batalha e sua mente criativa para conseguir recuperar o martelo usando Jacques, sua espada.

"Tive a sensação de que não usaria a espada de treino nos próximos cinco dias. Agora, as coisas ficariam dignas de Jacques."



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      Temos algumas coisas inéditas aqui nesse livro, como o fato de Loki aparecer para os avós de Samirah se identificar para eles e dizer que ela não poderia se casar com Amir - seu prometido há tempos - afinal, o pai é ele e ele é quem manda na vida dos filhos dele. A vida da menina de hijab vira de ponta cabeça após o pai querer dar uma de pai após tantos anos de negligencia - fora que ela nem quer a atenção desse pai estranho. 
      Magnus tem apenas cinco dias para impedir Loki de cumprir os planos de iniciar o Ragnarok, mas, até esses dias passarem ele precisa de muito esforço para não morrer de stress e não morrer nas mãos dos deuses doidos. 


"O problema dos deuses é que não dá pra simplesmente estapeá-los quando eles agem como idiotas. Eles só vão revidar com outro tapa e matar você"

     Outro ponto que achei interessante foi a forma como tio Rick abordou temas complicados como a religião e a intolerância - não só com o fato de Alex ser de gênero fluido - na relação de pais e filhos. No caso da religião, sabemos que Sam é muçulmana, falei na resenha do primeiro livro sobre isso, o fato de ela crer em um Deus (Alá) só e ser filha de um dos muitos deuses nórdicos que existem por aí. Em dado momento, Sam está sofrendo pressões e stress e pede para Magnus olhar em volta enquanto ela abre seu tapete de orações e faz suas preces. Magnus, que se considera ateu, até fala que gostaria de ter uma fé como a de Sam. E falando dos relacionamentos familiares, temos o horroroso pai de Hearth, que não aceita o fato de o filho ser surdo e ainda por cima o culpa por algumas coisas.

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      Algumas decisões precisam ser tomadas, decisões sérias. Reencontros precisam acontecer, pessoas precisam se machucar, e o pior: Loki propõe ajuda, mas, é óbvio que ele tem seus próprios planos para o Mjölnir. Todas as pessoas nesse livro em algum momento acabam se machucando fisicamente ou no coração, e vou te dizer: corações machucados aparecem aos montes. Loki é do mal, manipulador e frio, sem escrúpulos, não tem medo de pisar e machucar quem quer que seja com ou sem consentimento para alcançar seus propósitos... De alguma maneira Magnus, consegue uma conexão com os deuses, não só com Loki, mas, Thor e alguns outros gigantes aparecem para Magnus em sonhos e atormentam a vida do adolescente. Em um desses sonhos, ele consegue ter uma visão de Thor derrotando os gigantes e falando com ele. Citação essa, que me fez ter um acesso de riso no ponto de ônibus lotado e todo mundo ficou olhando na minha cara. Típico, rs! 

"O caos cessou. Thor olhou para os mil inimigos, agora todos mortos, cobrindo a encosta da montanha. E, depois, dirigiu-se a mim.
-Você acha que posso fazer isso com um cajado, Magnus Chase? - gritou ele. - ACHE LOGO ESSE MARTELO! 
E então, por ser Thor, ele levantou a perna e peidou um trovão."


     E mais uma vez temos um capítulo final com um encontro entre primos, Annabeth e Magnus conversando sobre o Ragnarok e fica a deixa para o próximo livro: a semideusa grega diz para o primo que ele precisa conhecer o namorado dela, pois ele entende de coisas de água. Então, teremos Percy Jackson no último livro do Magnus Chase, uhuuuullll!!! E quem me conhece sabe que amo de paixão o Percy, né?
       Enfim, pessoas, essa resenha tá muito grande, tenho que parar por aqui. Só digo que ri e chorei nesse livro, tio Rick me surpreende sempre e não me decepciona nunca! Esperando ansiosa pelo desfecho dessa trama, e o próximo livro chega em outubro. Vem logo, outubro! Na verdade, pode demorar, o ano tá passando muito rápido, rs. 

    O desafio de junho era postar uma resenha de um livro que estava parado na estante. Tenho um monte parado e esse nem estava lá há tanto tempo assim, mas, juntei a fome com a vontade de comer, e era isso, hahahaha. Então, mesmo com atraso, taí o desafio de junho cumprido. Agora vou ficando por aqui, tenho que preparar aula. 

Magnus Chase e os Deuses de Asgard - O Martelo de Thor (Magnus Chase and the Gods of Asgard - The Hammer of Thor) Rick Riordan. Editora Intrínseca, 400 páginas. Amei de paixão!

Beijooooo! =)